10 de dezembro de 2022

Balanço de 2022

Chegou Dezembro, o último mês do ano.

Quase a chegarmos ao fim de mais um ano, é altura de fazermos o Balanço dos nossos bons e maus momentos, durante este ano.

Há bagagens pesadas que carregamos ao longo da vida que é difícil deixarmos para trás. Quantas vezes, quase a faltarem-nos as forças, temos de seguir em frente, no caminho que traçámos para nós.

Só Deus sabe, com quanto sacrifício suportamos certos momentos, mas lá aguentamos, com a firmeza que exigimos a nós próprios, com um sorriso nos lábios e na esperança de que ninguém veja a nossa tristeza interior.

Dos bons momentos, que também houve muitos, ficam-nos as boas recordações.

Por vezes,  basta um simples passeio, à beira-mar, descontraído e em boa companhia, para nos dar ânimo e coragem para seguir em frente.

A vida não pára nem volta atrás, a vida segue...

Esperemos que o próximo ano seja melhor e mais fácil, para todos!

Dina 10/12/2022

6 de dezembro de 2020

O terrível ano de 2020


Quase a chegar ao fim, mais um ano, é tempo de começar a fazer o balanço de 2020.

Neste ano, muita coisa mudou para todos nós! Foi um ano de muitas emoções. Eu passei mais tempo em casa e demasiado tempo sozinha e com os meus pensamentos...

Tive de inventar atividades comigo própria, tentar manter a calma e estar serena, sem perder a minha sanidade mental, nem começar a falar com as paredes. Alguns dias, foram difíceis de passar e a tristeza tomou conta de mim, principalmente, em datas festivas, quando queria estar com a minha família e não podia. Noutros dias, consegui estar em paz comigo mesma, consegui aceitar a vida como ela é, consegui olhar pela janela e deixar o tempo passar, na esperança de dias melhores.

Estamos, outra vez, em Dezembro. Este ano, o tempo passou mais rápido e ficou tanta coisa por viver. Sinto que os bons momentos foram poucos e que os amigos estão mais distantes. Sinto saudades da liberdade de poder abraçar e beijar as pessoas.

Este ano, sinto-me um pouco perdida, sinto que ficou uma sensação de vazio... 

 Dina 06/12/2020

11 de outubro de 2020

Indecisão


Indecisão

O meu coração cansado,
Deixou de acreditar.
Tristemente, aceitou o fim.
Do passado,
Só restou a saudade...
O tempo passou, indiferente.
A vida, seguiu em frente,
Indecisa, para ti, para mim!...

Dina Rodrigues 
11/10/2020

(Foto - Baloiço Penedros da Cabeça - Ferreira de Aves, Sátão)

10 de outubro de 2020

O voo do pensamento


O meu coração ansioso,
Com vontade de te falar.
Apertadinho, soltou amarras...
Permitiu ao meu pensamento,
A liberdade de voar!

2 de maio de 2020

Primavera


A Primavera e a natureza, simplesmente, em flor. Indiferentes a esta Primavera negra,  da pandemia do novo Coronavírus, Covid-19.

Papoilas à beira do rio


Papoilas à beira do rio.

Lindas e frágeis, protegidas pela mãe natureza, elas crescem livremente, contrariando todas as adversidades e as incertezas da vida. 
Na simplicidade e na beleza da natureza, que cresce livremente, indiferente às adversidades do mundo que a rodeia, vemos a complicação e a dificuldade do homem em se libertar das amarras em que vive. Contrariamente à sua vontade, ou, simplesmente por comodismo?...

11 de março de 2018

Vila Nova de Milfontes

 

 
Vila Nova de Milfontes  - Abril 2017
 
 A passear pela Costa Vicentina

Passeio pelas dunas.


11 de março de 2017

As tecnologias e a solidão


Que mundo é este, em que estamos rodeados de tanta gente, com tantos amigos, mas cada vez nos sentimos mais sós?

Tantas redes sociais, tantas tecnologias à nossa disposição, tantas formas de contacto, mas cada vez nos sentimos mais sós...

O que é feito do tempo em que, simplesmente, ficávamos na rua, a conversar, até às tantas, a contar anedotas e a rir, por tudo e por nada, sem medo de acordar os vizinhos porque simplesmente o que queríamos era conviver com os amigos e divertirmo-nos?

Depois do trabalho, ou quando o tempo livre nos permitia, aparecíamos no café da esquina, sem tempo, nem hora marcada e por lá ficávamos até à da hora do fecho. Depois, lá continuávamos na rua, na conversa, até que alguém se lembrasse de ir a outra tasca beber mais uma imperial ou mais uma ginjinha e, assim, continuávamos mais algumas horas, pela noite dentro.

Estou a falar do tempo em que o uso do telemóvel era apenas para uma elite. Nesse tempo, não tínhamos internet, apenas usávamos o telefone fixo, mas se queríamos combinar alguma coisa com alguém, arranjávamos sempre uma maneira de a contactar; não era por isso que não deixávamos de nos encontrar. Nesse tempo, não tínhamos muitos amigos, mas os que tínhamos eram verdadeiros e, estavam sempre lá, sempre que alguém precisasse de alguma coisa.

Nesse tempo, eramos felizes, sem tecnologias, mas com simplicidade.

E agora, que temos tantas tecnologias, tantos amigos, uns reais e outros virtuais - o que nos resta?

Agora, restam-nos os amigos, com hora marcada, com stress para chegarmos a horas ao evento, que combinámos por uma qualquer rede social. Restam-nos os amigos por interesse. Restam-nos aquelas pessoas que só se lembram que nós existimos, quando precisam de nós.

Restam-nos os telefonemas e as mensagens pelo Natal e Passagem de Ano, às quais, muitos já nem respondem - por falta de tempo, ou por falta de interesse.

Mas, no meio de tudo isto, ainda existem aquelas pessoas que se preocupam connosco, aquelas que se importam connosco e que nos procuram, só para saberem de nós. São aquelas pessoas que nos dão a mão e que nos ajudam a levantar quando estamos sem forças. São aquelas pessoas que têm a capacidade de nos fazer sorrir, quando estamos tristes. São aquela companhia, com quem podemos sempre contar, nos nossos momentos vazios.

Felizmente, ainda nos restam algumas pessoas que fazem tudo o que podem e que dão muitos passos, para nos verem felizes!

São estas pessoas que temos de preservar e manter sempre por perto. É por estas pessoas que temos de fazer tudo, o que estiver ao nosso alcance, para que elas se sintam bem, porque sabemos que elas fazem o mesmo por nós. São estas pessoas que ainda nos fazem acreditar que a vida vale a pena…

Dina Rodrigues
11-03-2017

8 de março de 2017

Mulher




Mulher Sedutora, fatal,
Que inspiras canções, poemas…
Mulher traidora, sentimental,
Que és assunto para tantos temas.

Mulher romântica e sonhadora
Que escreves e pensas com o coração.
O teu limite é o infinito,
Ou onde te leva a imaginação…
Amas e sofres em silêncio
Por um amor que nem sempre entendes.
Vives recordações e sentes saudades,
Sentimentos que só tu compreendes.

Mulher submissa e dedicada
Que consegues sempre perdoar
Traições que tantas vezes sentiste.
Mulher que sabes sorrir e agradar
Quando te sentes infeliz e triste.

Mulher que foste adulta em criança
E os teus irmãos ajudaste a criar.
Gostas de dar conforto e confiança
E és feliz assim… a ajudar!

Mulher que és pai e mãe,
Os filhos são a tua razão de viver.
Na vida sempre foste alguém,
A coragem é a alma do teu ser!

Dina Rodrigues
Março 2009

7 de janeiro de 2017

As pegadas da vida


 
As pegadas da vida

Há pegadas que ficam para sempre marcadas na nossa vida e por mais que as tentemos apagar, elas não se apagam porque ficam com marcas profundas no nosso ser. Podem até desvanecer-se, mas quando são profundas, irão permanecer ao longo do tempo e irão permanecer para sempre, no nosso coração...

Há anos que eu ando pelas redes sociais e, antes do Facebook, eu estava numa rede social que se chamava Live spaces, onde tinha grandes amigos. Esta rede social acabou e, os amigos de lá reuniram-se, quase todos, novamente no Facebook. Lá, eramos como uma família, uma família virtual, mas que nos dava mais apoio do que muitas famílias reais. Pessoalmente, conhecia muito poucas pessoas, mas, virtualmente, tinha os melhores amigos. Lá, vivemos grandes aventuras, mas sobretudo reinava um espírito de amizade, que não encontro no Facebook. Os tempos mudaram e nós também mudámos com a idade e com a vida.

Para todos os meus amigos do Live Spaces, os que foram e já deixaram de ser e os que ainda continuam a ser, eu desejo muitas felicidades e que a vida lhes sorria sempre. Vocês ficaram para sempre no meu coração!

Dina Rodrigues
07/01/2017

16 de dezembro de 2015

O último abraço



(Ericeira-talvez um dia...)
 
 
O último abraço

Se eu pudesse voltar atrás no tempo e não te deixar partir, se eu pudesse voltar atrás no tempo e prender-te para sempre naquele abraço. Se eu pudesse…

Sinto saudades do teu último abraço, quando os nossos passos receosos se voltaram para trás e os nossos olhares tristes se cruzaram pela última vez.

Sinto saudades daqueles bons momentos, que ficaram para sempre gravados no meu coração. Sinto saudades de um tempo que não parou, de um tempo que passou rápido demais, quando nós apenas queríamos que ele parasse naquele momento, naquele instante...

O tempo passou e as marcas do passado também foram desaparecendo, mas eu ainda sinto saudades de ti. Até sinto saudades do perfume das flores secas, que andaram tanto tempo espalhadas pela casa, porque me faziam recordar de ti.

O relógio não parou e tu partiste.

A vida, também não parou, continuou a ser feita de outros sonhos, outras emoções, outros momentos – sem ti –, a pensar em ti.

A crueldade da vida trocou-nos as voltas. Trocou os nossos sonhos e as nossas promessas, por, apenas, recordações. Trocou o meu sorriso por lágrimas e o azul do céu por dias cinzentos.

A vida deu voltas e mais voltas, mas cada vez me afastou mais de ti.

Mas, por mais que os nossos caminhos se afastem e por mais que estejamos distantes; por mais que o tempo passe e que tente que eu te esqueça, eu vou estar, sempre, à espera de mais um abraço teu – para que aquele abraço não seja o último.

Eu vou estar, sempre, à espera de um último abraço!...

Dina Rodrigues
15/12/2015

24 de fevereiro de 2015

Paulo Gonzo e Ana Carolina - "Quem De Nós Dois"



"E cada vez que eu fujo, eu me aproximo mais...

Mas toda a vez que eu procuro uma saída
Acabo entrando sem querer na tua vida..."

12 de fevereiro de 2015

Este livro




Este livro

Este livro em que te criei,
Inatingível, além das estrelas…
Saltei páginas, na ânsia de lê-las,
Na busca do que sempre sonhei.

O meu coração estremeceu
Ao folhear grande parte de mim…
Os meus olhos perderam-se assim,
Pela tua imagem que desvaneceu.

Neste livro em que te escrevi
Tudo o que imaginei e não vivi,
O tempo passou sem eu te ter.

A vida, as páginas virou
Para um passado que não voltou,
Mas este livro, não vou esquecer!

Dina Rodrigues
02/02/2008


4 de janeiro de 2015

Feliz 2015

 
Talvez o nosso destino esteja já traçado, mas o nosso futuro depende muito das nossas decisões. Quase a acabarem os dias de festa e de volta ao trabalho e às rotinas diárias...
Boas decisões no início de mais um Novo Ano e sejam felizes!

Um Feliz 2015 para todos!

21 de dezembro de 2014

A tua Cadeira Vazia


 
A tua Cadeira Vazia

Onde estavas ontem à noite
Quando eu mais precisei de ti?
Onde estavas ontem à noite
Enquanto eu tinha por companhia
A tua cadeira vazia?

Ontem, eu não estava sozinha.
Eu estava acompanhada por tanta gente,
Pelo som de música romântica,
Pelo sorriso e olhar cúmplice dos casais,
Pela alegria de grupos de amigos,
Mas ao meu lado restava o silêncio…
O silêncio de uma bebida
E de uma cadeira à tua espera.

Ontem, eu não queria prendas,
Nem estar a sós contigo.
Ontem, eu só queria a tua companhia
Na minha mesa vazia.

Sem ti, senti-me só
E antes que se sentasse comigo a solidão,
Levantei-me do vazio da minha mesa
E sentei-me ao balcão.

Dina Rodrigues
20/12/2014



2 de agosto de 2014

Um barco à deriva



Um barco à deriva

Um dia embarquei num barco à vela
e deixei-me ir ao sabor das ondas e do vento.
Na imensidão de um mar de ilusões,
aventurei-me a navegar e a sonhar…
Mas hoje sinto-me um barco à deriva,
perdido no meio de um oceano
de incertezas e desilusões.
Longe de tudo o que sonhei ou imaginei,
choro os frágeis elos que se quebram,
no vazio do tempo e da distância.
As velas rasgam-se e os laços desfazem-se,
talvez para sempre...
Perdida de terra firme,
mas rodeada de um azul infinito,
mantenho a esperança de seguir um novo rumo
e, talvez um dia, num novo sonho embarcar.

Dina Rodrigues
01/08/2014

16 de junho de 2014

Feira do Livro de Lisboa - 2014

 


Depois de muitas vírgulas, vários pontos e vírgulas e algumas reticências... depois de mais de uma hora na fila, vários pontos de exclamação e de interrogação, eis que chega o ponto final: o encontro com o mestre da escrita - Pedro Chagas Feitas.



Encontro com a Ana Simão - Livro: a menina dos ossos de cristal
e Flavio Capuleto - Livro: Inferno no Vaticano

18 de abril de 2014

Boa Páscoa para todos!



Tony Carreira - A Saudade de Ti

Uma boa Páscoa para todos! Que tenham momentos muito doces e felizes, onde estiverem e com quer que estejam...

30 de março de 2014

O salto da prancha

O salto da prancha
 
Depois de um Inverno, em que a chuva não dá tréguas, assim que começa o bom tempo, só queremos aproveitar o sol.
A piscina exterior já estava aberta ao público e um grupo de alunos estava a saltar da prancha. Maria João sentou-se numa das cadeiras, situadas debaixo de um dos três chapéus de sol que havia daquele lado. Escolheu uma cadeira perto da piscina porque gostava da proximidade da água – de um azul tão cristalino – que lhe fazia lembrar o mar (que saudades já tinha dele!) Sentou-se de frente para a piscina e para a prancha – bastante mais alta que a da piscina interior, de onde ela costumava saltar quando andava na natação.
Pousou o livro que trazia para ler, em cima da mesa e deixou-se levar pela música que saía daquela piscina em forma de guitarra: imaginou-se num hotel, no algarve, numas férias muito românticas, no primeiro ano de casada. Estava deitada ao lado do marido, numa das quatro espreguiçadeiras do seu lado direito, com o braço dele por cima das costas dela. Por momentos, esqueceu-se das complicações da sua vida (da crise do casamento, da traição do marido…) enquanto se deliciava com a música que continuava a sair daquelas cordas da guitarra. Gostava de poder reencontrar o marido – aquele com quem casou; talvez até conseguisse saltar com ele daquela prancha tão alta…
Maria João levantou-se: desceu até ao 3º degrau da piscina, molhou os pés e viu Ana Rita, a sua vizinha, em cima da prancha. Curiosa, voltou a sentar-se na cadeira.
Ai, meu Deus, esta prancha é tão alta! De lá de baixo, da piscina, não me parece assim – agora é tarde para desistir, mas talvez o vá fazer. Não sei se consigo saltar, é difícil olhar para baixo: sinto vertigens. Esta distância, este friozinho na barriga – estou tonta e tenho as pernas a tremer –, este vazio até à água…
Quando a professora disse, hoje, que íamos saltar da prancha mais alta, as minhas colegas disseram logo que não queriam; elas é que estavam certas. Eu, armada em forte, fui a única das raparigas que aceitou saltar com os rapazes.
Já vejo o vermelhão que vai ficar na minha pele, se eu entrar mal e cair de “chapão” na água; já sinto a dor na barriga, ou no peito, ou talvez nas pernas. Já estou a ouvir os meus amigos, amanhã à noite, na festa, a gozarem com as minhas nódoas negras – mas gosto de desafios. Só custa o impulso, aquele momento, depois, nem dá tempo de pensar em mais nada. Adoro a sensação de entrar na água e deslizar… ir ao fundo da piscina e voltar a subir.
- Coragem, Ana Rita, mostra do que és capaz! – Pensei eu.
Um salto para a água despertou Maria João, deste sonho – tão longínquo quanto impossível: ainda amava o marido, mas ele já não era o mesmo. A sua vida estava um lixo – como aquele que estava nos dois caixotes, do seu lado esquerdo, encostados à vedação.
- Olá, Ana Rita, estive aqui sentada a observar-te!
- Olá, vizinha, por aqui?
- Vim matar saudades da piscina.
- Também andaste aqui na natação?
- Andei, mas antes só havia uma prancha, a mais baixa, não havia aquela alta. Senti orgulho de ti, ao ver-te em cima da prancha, achei-te bastante corajosa: logo tu que até tens vertigens. As pessoas estavam a dizer que tu estavas insegura e com medo; pois, com aquela altura… eu é que não era capaz de lá subir, quanto mais saltar! Tu és sempre tão decidida, que eu cheguei a pensar que chegavas lá e saltavas logo, sem medo. Porque estavas tão hesitante?
- Não era medo, era receio de me magoar e depois não poder ir à discoteca, amanhã. Um amigo meu faz anos e eu quero muito lá ir.
- Como estão as coisas com o teu pai, está tudo bem?
- Mais ou menos, não é fácil viver numa casa, onde as pessoas pouco falam e parecem umas estranhas; uma casa, onde a maior parte dos dias são cinzentos. Um dia, vou conseguir ter a minha própria casa e convidar-te para tomar um chá. Um dia, vou acordar com o barulho do mar; vou abrir a janela, respirar maresia e ver o lindo sorriso do sol.
- …
- Enquanto esse dia não chega, vou aguentando.
- E o tal rapaz? Aquele de que tanto falas!
- O João Miguel? Esse vai lá estar amanhã. Ele é tão romântico, adoro a poesia que ele escreve. Penso que desta vez vou acertar. Sabes que eu ganhei uma viagem a Paris, lá na agência? Paris convida ao romance e a passeios de barco pelo Sena… e eu vou precisar de companhia. Vou aproveitar para tirar umas fotos, depois mostro-te.
- Adeus, Ana Rita, gostei de falar contigo. Já agora, bonito salto, parabéns!
- Obrigada, vizinha!

Dina Rodrigues
09/03/2014

9 de março de 2014

Lançamento do livro "Acrescenta um Ponto ao Conto"

Lançamento do livro "Acrescenta um Ponto ao Conto", no dia um de Março de 2014, no Hospital de Portalegre. Um projecto solidário, onde vários autores dão largas à imaginação e escrevem 3 contos partilhados. Eu participo em 2 contos, com um capítulo em cada.
 
A apresentação foi numa tarde cinzenta e com muita chuva -  em que o céu brilhou, carregado de nuvens de amizade, de solidariedade e de muitas emoções.
 
A amizade e o convívio, entre os autores, vai além da escrita e proporciona-nos momentos muito agradáveis, como estes vividos em Portalegre.

Os autores com a Editora
 
Teresa Maria Queiroz
Ana Moreira, João Madeira, Sónia Ferreira, Dina Rodrigues, Marlene Quintinha
Paulo Rodrigues, Luísa Vaz Tavares, José Manuel Barbosa


O livro encontra-se à venda e pode ser encomendado através de mensagem privada para a página do facebook "Acrescenta um Ponto ao Conto", na Liga dos Amigos do Hospital de Portalegre ou através do mail luisavaztavares@gmail.com